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 Mais uma vez alegro-me com as mensagens dos Pleiadianos para nós, humanos, que vivemos nesta época de transição. A ênfase que eles colocam no nosso corpo físico é impressionante, porque nos chamam atenção para um instrumento muitíssimo valioso que ainda não aprendemos a utilizar conforme deveríamos.

 

No livro “Family of Light”, de Bárbara Marciniak, eles nos falam sobre só haver um caminho para resgatarmos nossa saúde perfeita e radiante que é por liberarmos a raiva. Falam também da importância de prestarmos atenção às mudanças por que o nosso veículo físico está passando bem como toda humanidade.

 

É importante compreender a razão pela qual o nosso corpo está nos enviando certas mensagens, considerando que ele trabalha para nós e não contra nós, conforme muitas vezes pensamos ao lidarmos com alguns sintomas, visto que o nosso corpo está sempre nos ajudando a aprender algo.

 

Ao aprendermos a expressar os sentimentos que surgem do nosso íntimo, poderemos nos tornar nossos próprios curadores. Quando passamos por uma crise de saúde, podemos trazer o espírito para dentro da forma física, por compreender que uma prova está ocorrendo com relação aos nossos parâmetros, crenças e idéias acerca da vida.

 

Podemos, então, fazer a reconstrução através do amor, ao aceitar as mudanças que estão ocorrendo em nossa vida. Quando estamos adoecidos, estamos muito abertos fisicamente, porque o campo energético ao nosso redor está disperso e nossas crenças sobre o mundo não estão funcionando mais. Ficamos doentes ou por nos deixar perturbar demais e não remover as causas disso do nosso campo áurico, ou porque nos recusamos a mudar. Aí, a energia segue o nosso comando e nos controla dependendo de como a utilizamos.

 

Eles nos ensinam a utilizar o sinal do infinito, o oito deitado, sobre o terceiro olho, movendo-o de um lado para o outro, para que comecemos a relaxar e a mudar com o desenrolar dos acontecimentos. Segundo eles, era dessa forma que os nossos ancestrais buscavam e encontravam a solução para os mais diversos desafios, por fazerem esse sinal e focalizarem no ponto central onde as linhas do numeral se cruzam.

 

Enfatizam também a importância de nos amarmos e àquilo que acontece em nossa vida, para vibrarmos com a freqüência da aceitação e da compreensão, e atingirmos, assim, nossas lições através da experiência. Tal atitude criará bem-estar em nosso ser e o nosso sistema imunológico melhorará, nossas células mudarão e ficaremos imunes ao que é tóxico, porque a freqüência do amor é a força mais poderosa que existe.

 

Como seres humanos, estamos aqui para viver, e tudo o que ocorre no nosso dia-a-dia faz parte dos desafios da vida. Podemos transformá-los em venenos tóxicos ou podemos encontrar a freqüência do amor em nosso interior, fazendo com que as situações se tornem amorosas lições de oportunidade: só depende de nós.

 

Ivete Adavaí

 

28 de maio de 2008 – adavai@antares.com.br  - www.adavai.wordpress.com/

 

        

Esta força sutil atrai para os campos energéticos

freqüências que nos deixam mais pesados.

Sem poder controlar infiltra-se a resistência nas células

comandando todos os níveis da máquina humana.

Se não percebida a tempo trás também

 doenças psicossomáticas.

Resistência é uma reação.

Esta comanda o inconsciente e inevitavelmente nossa vida.

Repudie qualquer evento externo

e ali se instalará a resistência.

Reaja e ficará mais adormecido

atraindo para si mais coisas ruins.

Para livrar-se deste mal é preciso consciência

do corpo e suas reações.

Compreenda seus labirintos intrínsecos

integrando-se e sentindo suas reações.

Perceba seus processos de ilusão inseridos na dualidade.

A resistência manifestada em nosso interior refere-se

 aos eventos e pessoas que nos rodeiam.

Reação é igual a oposição, conseqüência da manifestação

momentânea de algo no universo pessoal.

Por não aceitá-la reagimos com

pensamentos sentimentos e ações.

Quero enfatizar a maneira e ao quê reagimos.

Quando uma pessoa nos aflige com seus maus modos,

abalando as estruturas emocionais e conceituais,

reagimos com violência.

Podendo manifestar-se externamente ou internamente.

Estas reações ficam impregnadas em nossos chacras e

células, ocasionando uma freqüência

de identificação com a questão a ser resolvida.

Os nós de energia.

Objetivamente falando é um aprendizado onde podemos

entender o por que de nosso adormecimento.

As reações possuem os códigos das descobertas, cada átomo

contém em si a resposta para todas as nossas questões.

Torna-se impossível qualquer desenvolvimento anímico

se não aceitarmos seu aprendizado.

Quanto mais duro o aprendizado melhor, não o queremos

com certeza, mas é isto que despertamos ao trazer os

confrontos das realidades conceituais.

Esta lição muitas vezes grotesca impulsiona nosso

aprendizado à profundidade do ser.

Veja, sinta-se reagindo ao inevitável.

Aceite seu aprendizado e verá que tal situação não é nada,

somente uma projeção mental.

Quanto ao aprendizado procure entender a situação,

se não vejamos:

Alguém lhe pisou nos calos? Sua reação foi de fúria?

Olhe bem para esta pessoa.

O que ela fez?

Onde lhe atingiu?

Sua presença lhe incomoda?

Observe-a na sua vida.

Quando aprender a não reagir

sentirá a inutilidade da situação.

Observe com a consciência seu momento presente e sua

manifestação, vivencie a espera que se instalou em sua vida.

Creia que estas manifestações são a sabedoria

que falta para sua vida ter a paz que procura.

Esteja atento a inconsciência.

Desta forma poderá decidir seu destino

 sem estar disponível ao sofrimento.

Definitivamente deixe de ser uma marionete do destino.

Resolva sua vida fazendo escolhas conscientes,

mesmo que sejam um aprendizado.

Pare de reagir!

 

Wâgnér C Bärbosá

Terapeuta, escritor, artista e poeta. 

 Conheça o livro.

 

 ” FRAGMENTOS ”

 

http://vivendadostrevos.wordpress.com

 

Tudo a que você resiste, persiste.


Karl Gustav Jung

1875-1961

 

 
 

 

 

 

 
 
 
 
 

 

 

Ho’oponopono

 

por  Joe Vitale

Faz dois anos, escutei falar de um terapeuta no Hawaii que curou um pavilhão completo de pacientes criminais insanos sem sequer ver nenhum deles. O psicólogo estudava a ficha do presidiário e logo olhava dentro de si mesmo para ver como ele tinha criado a enfermidade dessa pessoa. Na medida em que ele melhorava, o paciente melhorava.

A primeira vez que ouvi falar desta história, pensei que era uma lenda urbana. Como podia curar o outro, curando somente a mim mesmo? Como podia, embora fosse um mestre de grande poder de auto cura, curar alguém criminalmente insano? Não tinha nenhum sentido, não era lógico, de modo que descartei esta história.

Entretanto, escutei-a novamente um ano depois. Ouvi que o terapeuta tinha usado um processo de cura havaiano chamado “hooponopono”. Nunca tinha ouvido falar disso, entretanto não podia tirá-lo de minha mente. Se a história era totalmente certa, eu tinha que saber mais. Meu entendimento era que “total responsabilidade” significava que eu sou responsável pelo que penso e faço. O que estiver mais alem, está fora de minhas mãos. Penso que a maior parte das pessoas pensa igual sobre a responsabilidade. Somos responsáveis pelo que fazemos, não do que os outros fazem – mas isso está errado.

O terapeuta havaiano, que curou essas pessoas mentalmente doentes, me ensinaria uma nova perspectiva avançada sobre o que é a total responsabilidade. Seu nome é Dr. Ihaleakala Hew Len. Passamos uma hora falando em nossa primeira conversação telefônica. Pedi-lhe que me contasse a história total de seu trabalho como terapeuta.

Ele explicou que havia trabalhado no Hospital Estatal do Hawai durante quatro anos. O pavilhão onde encerravam os criminosos loucos era perigoso.

Regra geral os psicólogos desistiam de trabalhar ali em um mes. A maior parte dos membros do pessoal caiam doentes ou simplesmente renunciavam. As pessoas que atravessavam esse pavilhão caminhava com suas costas contra a parede, temerosas de serem atacados por seus pacientes. Não era um lugar agradável para viver, trabalhar ou visitar.

O Dr. Len me disse que nunca viu os pacientes. Assinou um acordo de ter um escritório e revisar suas fichas. Enquanto olhava essas fichas, trabalharia em si mesmo. Enquanto trabalhava em si mesmo, os pacientes começaram a curar-se.

“Depois de alguns poucos meses, foi permitido aos pacientes que deviam estar encarcerados, caminhar livremente” disse-me. “Outros que tinham que estar fortemente medicados começaram a diminuir sua medicação. E aqueles que jamais teriam nenhuma possibilidade de ser liberados, tiveram alta”. Eu estava assombrado. “Não somente isso” continuou, “mas o pessoal começou a ir feliz para o trabalho.”

“A ausência e as mudanças de pessoal desapareceram. Terminamos com mais pessoas do que necessitávamos porque os pacientes eram liberados e todas as pessoas vinham trabalhar. Hoje esse este pavilhão está fechado.”

Aqui é onde eu tive que fazer a pergunta de milhões de dólares: “O que você esteve fazendo com você mesmo, que ocasionou a mudança dessas pessoas?”

“Eu simplesmente estava curando aquela parte minha que tinha criado aquilo neles”, disse ele. Eu não entendi. E o Dr. Len explicou que, entendia que a total responsabilidade de sua vida implica a tudo o que está em sua vida, simplesmente porque está em sua vida e, por isso, é de sua responsabilidade. Em um sentido literal, todo o mundo é sua criação.

Uau! Isto é duro de engolir. Ser responsável pelo que eu faço ou digo é uma coisa. Ser responsável por outro ou por qualquer outra coisa que faça ou diga na minha vida é muito diferente. Entretanto a verdade é esta: se assumir completa responsabilidade por sua vida, então tudo o que você vê, escuta, saboreia, toca ou experimenta de qualquer forma é sua responsabilidade, porque está em sua vida. Isto significa que a atividade terrorista, o presidente, a economia ou algo que experimenta e você não gosta, está ali para que cure. Isso não existe, por assim dizer, exceto como projeções que saem de seu interior. O problema não está com eles, está em você e para mudá-los, você deve mudar.

Sei que isto é difícil de captar, muito menos de aceitar ou de vivê-lo realmente. Atribuir ao outro a culpa é muito mais fácil do que assumir a total responsabilidade, mas enquanto falava com o Dr. Len comecei a compreender essa cura dele e que, o ho’oponopono significa amar a si mesmo.

Se deseja melhorar sua vida, deve curar sua vida. Se deseja curar qualquer outro, ainda que seja um criminoso mentalmente doente, faça-o curando a si mesmo.

Perguntei ao Dr. Len como curava a si mesmo. O que era que ele fazia exatamente, quando olhava as fichas desses pacientes.

“Eu simplesmente permanecia dizendo “Sinto muito” e “Te amo”, muitas vezes” explicou ele.

“Só isso?”

“Só isso.”

“O resultado é que, amar a si mesmo é a melhor forma de melhorar a si mesmo e enquanto você melhora a si mesmo, melhora seu mundo”.

Permita-me dar-lhe um rápido exemplo de como funciona isto: um dia, alguém me envia um e-mail que me desequilibra”. No passado leria trabalhando com meus aspectos emocionais raivosos ou tratando de raciocinar com a pessoa que enviou essa mensagem detestável. Desta vez eu decidi provar o método do Dr. Len. Coloquei-me a pronunciar silenciosamente “sinto muito” e “te amo”. Não dizia nada a ninguém em particular. Simplesmente estava invocando o espírito do amor, dentro, para curar o que estava criando a circunstância externa.

No término de uma hora recebi um email da mesma pessoa. Desculpava-se por sua mensagem prévia. Tenha em conta que eu não realizei nenhuma ação externa para obter essa desculpa. Eu nem sequer respondi sua mensagem. Entretanto, só dizendo “te amo”, de algum modo curei dentro de mim o que estava criando nele.

Mas tarde assisti a uma reunião de ho’oponopono dirigido pelo Dr. Len. Ele tem agora 70 anos de idade, é considerado um xamâ avô e é algo solitário.

Elogiou meu livro “O Fator Atrativo”. Disse-me que enquanto eu melhoro a mim mesmo, a vibração de meu livro aumentará e todos sentirão quando o lerem. Em resumo, à medida que eu melhoro, meus leitores melhorarão.

“E o que aconte-ceria com os livros que já vendi e saíram por mim?” Perguntei.

“Eles não saíram” explicou ele, uma vez mais, soprando minha mente com sua sabedoria mística. “Eles ainda estão dentro de você”. Em resumo, não há fora. Levaria um livro inteiro para explicar esta técnica avançada com a profundidade que ela merece.

“Basta dizer que toda hora que desejar melhorar algo em sua vida, existe somente um lugar onde procurar: dentro de você. Quando olhar, faça isto com amor”.
Ho’oponopono

Existe uma Realidade Objetiva ou o Universo é um Fantasma?

Em 1982 ocorreu um fato muito importante. Na Universidade de Paris uma equipa de pesquisa liderada pelo físico Alain Aspect, realizou o que pode tornar-se a mais importante experiência do século XX. Você não ouviu falar sobre isto nas notícias da noite. De fato, a menos que você tenha o hábito de ler jornais e revistas científicas, você provavelmente nunca ouviu falar no nome de Aspect. E há muitos que pensam que o que ele descobriu pode mudar a face da ciência.

Aspect e a sua equipa descobriram que sob certas circunstâncias, partículas sub-atómicas como os elétrons são capazes de, instantaneamente, comunicarem umas com as outras a despeito da distância que as separe. Não importa se esta distância é de 10 pés ou de 10 bilhões de milhas. De alguma forma uma partícula sabe sempre o que a outra está a fazer. O problema com esta descoberta é que isto viola a por muito tempo sustentada afirmação de Einstein que nenhuma comunicação pode viajar mais rápido que a velocidade da luz. E como viajar mais rápido que a velocidade da luz é o objetivo máximo para quebrar a barreira do tempo, este fato estonteante tem feito com que muitos físicos tentem descartar, com maneiras elaboradas, as conclusões de Aspect. Mas também têm proporcionado que outros busquem explicações mais radicais.

O físico da Universidade de Londres, David Bohm, por exemplo, acredita que as descobertas de Aspect implicam que a realidade objetiva não existe, que, a despeito da aparente solidez, o Universo está no coração de um holograma fantástico, gigantesco e extremamente detalhado.

Para entender porque Bohm faz esta afirmação surpreendente, temos primeiro que saber um pouco sobre hologramas. Um holograma é uma fotografia tridimensional feita com a ajuda de um laser. Para fazer um holograma, o objeto a ser fotografado é primeiro banhado com a luz de um raio laser. Então um segundo raio laser é colocado fora da luz refletida do primeiro e o padrão resultante da interferência (a área aonde se combinam estes dois raios laser) é capturada no filme. Quando o filme é revelado, parece um redemoinho de luzes e linhas escuras. Mas logo que este filme é iluminado por um terceiro raio laser, aparece a imagem tridimensional do objeto original.

A tridimensionalidade destas imagens não é a única característica importante dos hologramas. Se o holograma de uma rosa é cortado a metade e então iluminado por um laser, em cada metade ainda será encontrada uma imagem da rosa inteira. E mesmo que seja novamente dividida cada parte do filme sempre apresentará uma menor, mas ainda intacta versão da imagem original. Diferente das fotografias normais, cada parte de um holograma contém toda a informação possuída pelo todo.

A natureza de “todo em cada parte” de um holograma proporciona-nos uma maneira inteiramente nova de entender organização e ordem. Durante a maior parte da sua história, a ciência ocidental tem trabalhado dentro de um conceito que a melhor maneira para entender um fenômeno físico, seja ele um sapo ou um átomo, é dissecá-lo e estudar as suas partes respectivas. Um holograma ensina-nos que muitas coisas no Universo não podem ser conduzidas por esta abordagem. Se tentamos tomar alguma coisa à parte, alguma coisa construída holograficamente, não obteremos as peças da qual esta coisa é feita, obteremos apenas inteiros menores.

Este “insight” é o sugerido por Bohm como outra forma de compreender os aspectos da descoberta de Aspect. Bohm acredita que a razão que habilita as subpartículas a permanecerem em contacto umas com as outras a despeito da distância que as separa não é porque elas estejam a enviar algum tipo de sinal misterioso, mas porque esta separação é uma ilusão. Ele argumenta que num nível mais profundo da realidade estas partículas não são entidades individuais, mas são extensões da mesma coisa fundamental…

 

Leia o restante da reportagem no site

http://www.orion.med.br/misc36.htm

 

Tradução do original:
Reality – the Holographic Universe – 03/16/97
Arquivo postado como REALITY.ASC na lista KeelyNet BBS em 24 de fevereiro de 1991