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As vivências relacionadas com este tema sinalizam:

       A felicidade e o sofrimento. De forma que amar é algo maravilhoso e magnifico, mas encontramo-nos envolvidos por formas ilusórias que acreditamos serem o amor.

       Ignoramos as coisas ruins que se interpõe neste caminho para a felicidade. Independente da forma como vivenciamos o amor temos a nossa disposição a idéia central de aceitá-lo ou não.

       O amor é um objetivo por si só. Precisamos incorporar, ser, sentir e afinal recuperá-lo.  Navegar em suas águas. Ser absorvido e absorver suas energias, compartilhar. Dar as oitavas necessárias para enfim tornar-se o próprio amor. Este nível tem seu preço.

      Nós seres humanos não entendemos os motivos do amor e não reconhecemos que ele é a expressão divina de Deus em nossas entranhas.

     Cada célula, órgão e átomo do nosso corpo é constituído por isso a que denominamos de amor. Catalizar esta energia em nossas vidas nada mais é do que transpor as trevas que nos rodeiam, por assim dizer passar para a luz. Não esta luz efêmera que é devorada por pensamentos e sentimentos, mas sim a própria luz interior.

     Somos os únicos responsáveis por nosso destino, nascemos é verdade com as conexões divinas, no entanto encontramo-nos em estágios diferentes de aceitação da luz e amor.

     Por milhares de anos sucumbimos perante as pseudo maravilhas que existem no universo conceitual chamado matéria.

    Mergulhos ilusórios que nos proporcionam um adormecimento colossal. Ao ignorar os motivos que nos levam a este estágio só proporcionamos mais ilusão.

     Por este motivo se torna de suma importância entender e aceitar a missão intima das nossas almas.

    Conscientes dos objetivos da existência,

    MOVEREMOS CÉUS E TERRAS PARA ALCANÇÁ-LO.

     Apesar de todos os obstáculos relacionados a este caminho, temos de forma inerente nas células todas as respostas. Podemos possuir a beleza, paz e suavidade da alma, reconhecê-la como objetivo final desta vida.

     Ouça sua intuição e consciência pois ali se encontra o pulo do gato.

     Erramos, mas não vai ser isto que vai impedir o caminho triunfal da alma. Todos podemos acessar os poderes do ser.

    Mas o que vamos fazer com isso?

    Comprar coisas ou pisotear os outros e quem sabe massacrá-los.

   Inconscientes continuaremos a fazer as mesmas coisas e atrocidades de sempre.

   Aceite-se como sendo imperfeito.

   Ninguém em sã consciência submete outro ser em sua pseudo vontade.

   Infelizmente temos esta tendência de possuir os semelhantes. Não percebemos que assim mergulhamos inevitavelmente na dor. Reconhecer a própria inconsciência é o primeiro passo que podemos dar em direção ao criador.

   A experiência que são as células e suas transformações nos remetem a um universo fantástico de possibilidades.A nossa ciência é a prova cabal destas possibilidades, condições e suas mutações.

  Imagine-se criando o seu próprio universo. Não com estes egoísmos que nutrem nossas vidas. Comprove a verdade do ser e receba enfim as possibilidades e nutrientes da alma.

  Cada segundo é repleto de sabedoria.

  Sinta, absorva e viva. Compartilhe enfim o amor que brota em seu coração.

 

  Wilson Wagner 

 

“Gan Jiang” = Gengibre

 

O uso do gengibre na Medicina Oriental

Como planta medicinal, o gengibre é uma das mais antigas e populares do mundo. Suas propriedades terapêuticas são resultado da ação de várias substâncias, especialmente do óleo essencial que contém canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona.

Popularmente, o chá de gengibre, feito com pedaços do rizoma fresco fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, tosses, resfriado e até ressaca. Banhos e compressas quentes de gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal, cólicas menstruais.

No Japão, massagens com óleo de gengibre são tratamentos tradicionais e famosos para problemas de coluna e articulações. Na fitoterapia chinesa, a raiz do gengibre é chamada de “Gan Jiang” e apresenta as propriedades acre e quente. Sua ação mais importante é a de aquecer o baço e o estômago, expelindo o frio. É usada contra a perda de apetite, membros frios, diarréia, vômitos e dor abdominal. Aquece os pulmões e transforma as secreções. Na medicina Ayurvédica, o Zingiber officinale é conhecido como “medicamento universal”.

Além desses benefícios, o gengibre também tem ação bactericida, é desintoxicante e possui poder afrodisíaco – onde seu óleo é utilizado para massagear o abdome, provocando calor ao corpo e excitando os órgãos sexuais. Na medicina chinesa tradicional, por sua reconhecida ação na circulação sangüínea, ele é utilizado contra a disfunção erétil. Uma pesquisa da Unicamp realizada em coelhos, comprovou os efeitos.

Recentemente, a OMS (Organização Mundial da Saúde) reconheceu a ação dessa planta sobre o sistema digestivo, tornando-a oficialmente indicada para evitar enjôos e náuseas, confirmando alguns dos seus usos populares, onde o gengibre é indicado na digestão de alimentos gordurosos.

Almir Comitre


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